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A saúde das mulheres lésbicas: racismo, lesbofobia, machismo e hipersexualização dos corpos

  • 18 de ago. de 2016
  • 1 min de leitura

O dia 29 de agosto, é o Dia Nacional da Visibilidade Lésbica. A data marca a realização do 1º Seminário Nacional de Lésbicas (Senale), que ocorreu no dia 29 de agosto de 1996. A luta das lésbicas é de fundamental importância, pois carrega consigo a trajetória do movimento LGBT e, também, as elaborações do feminismo. Em busca de visibilidade, as ativistas lésbicas conseguiram inverter a ordem das letras que compõem a sigla LGBT - que, antes, era GLBT. Mas a luta por visibilidade é travada todos os dias, na vivência cotidiana e na militância aguerrida das mulheres lésbicas, que enfrentam a lesbofobia, o machismo, a hipersexualização de seus corpos e o racismo (no caso das mulheres negras). Em comemoração a essa data, o Observatório Nacional da Saúde LGBT tem o prazer de promover um debate sobre a Saúde das Mulheres Lésbicas. O evento contará com o apoio de militantes de vários movimentos sociais LGBT, Ministério da Saúde e comunidade acadêmica. Dia 29/08/2016, às 19 no auditório da Faculdade de Saúde Convidadas: Leila Lopes- Negalaize (Rede sapata; Rede Nacional de Promoção e controle social de LBTS Negras) Karen Lúcia (Coturno de Vênus e Rede Feminista de Saúde) Os temas principais: Racismo (contra as mulheres negras lésbicas) Lesbofobia; Machismo; Hipersexualização dos corpos

 
 
 

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